Sudeste e Centro-Oeste
55,1%(+10,9 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 1 de novembro de 2026
A energia armazenada nos reservatórios brasileiros, em linguagem simples
Talvez
Reservatórios abaixo da mediana da época aumentam a pressão para acionar termelétricas, o que historicamente antecede tarifas mais altas.
Baseado em Sul, o subsistema atualmente sob mais pressão relativa à própria mediana da época. O gráfico mais abaixo mostra o valor nacional; esta resposta segue o subsistema sob mais pressão, porque o sistema elétrico é limitado pela sua região mais apertada, não pela média nacional.
Esta é uma leitura de dados públicos, não uma previsão. As decisões de bandeira tarifária são da ANEEL.
O número grande é a energia armazenada como percentual da capacidade máxima de cada subsistema. O valor entre parênteses (pp) é o desvio em pontos percentuais em relação à mediana do mesmo dia do calendário nos últimos 5 anos, e é esse desvio que decide se um subsistema aparece acima, abaixo ou dentro do esperado para a época, não o percentual bruto sozinho.
55,1%(+10,9 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 1 de novembro de 2026
79,8%(-7,8 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 1 de novembro de 2026
62,1%(+13,4 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 1 de novembro de 2026
61,1%(+3,7 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 1 de novembro de 2026
Ponderada pela capacidade de armazenamento de cada subsistema, não uma média simples (uma média simples trataria um subsistema pequeno como igual a um grande).
O Brasil gera a maior parte da eletricidade a partir de hidrelétricas. Quando os reservatórios ficam baixos para a época do ano, o operador do sistema aciona mais termelétricas pra cobrir a diferença, e essas custam mais caro que a água. Esse custo extra é o que historicamente pressiona a bandeira tarifária, o adicional cobrado na conta residencial. Reservatórios mais cheios significam menos necessidade de geração térmica, o que reduz essa pressão. Esta página mostra onde essa pressão está hoje, ela não prevê o que a ANEEL vai decidir.