Sudeste e Centro-Oeste
57,6%(+4,9 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 16 de setembro de 2026
A energia armazenada nos reservatórios brasileiros, em linguagem simples
Não, por enquanto
Reservatórios próximos da mediana da época sugerem que não há pressão fora do comum neste momento.
Baseado em Sul, o subsistema atualmente sob mais pressão relativa à própria mediana da época. O gráfico mais abaixo mostra o valor nacional; esta resposta segue o subsistema sob mais pressão, porque o sistema elétrico é limitado pela sua região mais apertada, não pela média nacional.
Esta é uma leitura de dados públicos, não uma previsão. As decisões de bandeira tarifária são da ANEEL.
O número grande é a energia armazenada como percentual da capacidade máxima de cada subsistema. O valor entre parênteses (pp) é o desvio em pontos percentuais em relação à mediana do mesmo dia do calendário nos últimos 5 anos, e é esse desvio que decide se um subsistema aparece acima, abaixo ou dentro do esperado para a época, não o percentual bruto sozinho.
57,6%(+4,9 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 16 de setembro de 2026
81,1%(-2,4 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 16 de setembro de 2026
72,1%(+15,4 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 16 de setembro de 2026
76,8%(-1,7 pp)
Últimos 90 dias
Medido em 16 de setembro de 2026
Ponderada pela capacidade de armazenamento de cada subsistema, não uma média simples (uma média simples trataria um subsistema pequeno como igual a um grande).
O Brasil gera a maior parte da eletricidade a partir de hidrelétricas. Quando os reservatórios ficam baixos para a época do ano, o operador do sistema aciona mais termelétricas pra cobrir a diferença, e essas custam mais caro que a água. Esse custo extra é o que historicamente pressiona a bandeira tarifária, o adicional cobrado na conta residencial. Reservatórios mais cheios significam menos necessidade de geração térmica, o que reduz essa pressão. Esta página mostra onde essa pressão está hoje, ela não prevê o que a ANEEL vai decidir.